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Dia Mundial do Rádio: como surgiu o som automotivo?

O som automotivo é o fiel companheiro de grande parte dos motoristas ao redor do mundo. Seja para quem acompanha as notícias no rádio na ida e volta o trabalho ou para quem não consegue pegar a estrada sem a playlist favorita, a verdade é que ter um parceiro sonoro melhora qualquer trajeto (especialmente quando há engarrafamento no caminho…).

Mas não ache que ele é uma invenção recente: desde a criação de rádios capazes de transmitir áudio, lá no começo dos anos 1900, ele figura como uma companhia quase natural para os automóveis. Em comemoração ao Dia Mundial do Rádio neste próximo dia 13 de fevereiro, trouxemos aqui a história dessa tecnologia que, mesmo mudando tanto com o passar das décadas, segue sendo a companhia perfeita para sua direção. Continue a leitura!

1900: as primeiras tentativas

O físico e inventor italiano Guglielmo Marconi. Imagem: Print Collector / Getty Images

Embora os primeiros rádios automotivos tenham ficado comercialmente disponíveis apenas em 1930, algumas experiências tomaram forma já no início do século. Em 1901, por exemplo, o físico italiano Guglielmo Marconi instalou um rádio a um veículo a vapor, mas nada de música: ele recebia apenas dados.

Ao longo da década de 1920, outras tentativas se espalharam pelo mundo, mas sem muito sucesso comercial ou mesmo operacional. Além de caros (no Reino Unido, por exemplo, a inclusão do aparelho aumentava em até 25% o valor do veículo), o volume dos rádios não era alto o bastante para que eles pudessem ser ouvidos enquanto o motor estivesse ligado.

Foi apenas em 1927, com a invenção de um método de supressão sonora para a ignição nos Estados Unidos, que ele se tornou audível na estrada.

1930: comercialização e debates

Motorola 5T71, o primeiro produto a levar o nome da marca. Imagem: Autonext / Motorola

Sabe a Motorola? Isso mesmo, aquela empresa que está até hoje na ativa, fazendo de smartphones a televisões? Pois é: seu fundador foi o responsável por criar o primeiro radiorreceptor específico para carros, o Motorola 5T71. Seu preço ainda era salgado (130 dólares para veículos que custavam, em média, 500), mas seu design mais acessível garantiu que ele se tornasse comercialmente bem-sucedido.

No entanto, os Estados Unidos também começaram a discutir se a massificação do som automotivo não seria algo negativo para o trânsito, algo que é debatido até hoje. Estados como Massachusetts e Missouri propuseram a proibição dos rádios nos anos 1930, mas foram prontamente contestados pela Associação de Fabricantes de Rádio (no original em inglês, Radio Manufacturers Association). Ela alegava que eles não apenas faziam com que os motoristas dirigissem melhor, mas também mantinha-os acordados.

1952: a criação do rádio FM

Rádios antigos da Blaupunkt. Imagem: Petersen Automotive Museum

Até então, os rádios conseguiam receber apenas transmissões em AM. Foi na Alemanha em 1952 que a fabricante Blaupunkt, que já produzia aparelhos desde os anos 30, surgiu com o primeiro receptor de modulação em frequência, o famoso rádio FM. A principal diferença estava na qualidade melhorada da transmissão, já que a tecnologia reduz interferências por ter menos amplitude que a banda AM.

Anos 60 e 70: fitas entram em cena

Muntz Stereo-Pak. Imagem: Wikimedia Commons.

Com o passar dos anos, novas tecnologias foram acopladas ao rádio automotivo, precursores do que hoje conhecemos como a central multimídia de um carro. Algumas das primeiras foram as fitas, em dois momentos: em 1962, o engenheiro autodidata Earl Muntz criou o Stereo-Pak, o primeiro toca-fitas de cartucho que permitia uma experiência sem pausas, já que não precisava rebobinar.

Um ano depois, a Philips criou o Compact Cassette, que se tornou o padrão para o som automotivo ao longo das décadas seguintes. A fita cassete tinha uma vantagem muito chamativa ao permitir que gravações fossem feitas pelo próprio usuário com qualidade equivalente à origem. Sabe aquela história clássica de alguém que esperava a música favorita tocar no rádio para poder gravar na fita? Começou aí!

Anos 80 e 90: a chegada do CD

O inventor holandês Joop Sinjou apresentando o CD pela primeira vez em 1979. Imagem: Philips / Computer History Museum

Buscando ainda mais durabilidade e fidelidade de áudio, a criação do disco compacto (o famoso CD) pela Philips, em uma parceria com a Sony, definiu as décadas finais do século XX. A tecnologia, aliada à criação do formato de arquivo .mp3, garantia que qualquer pessoa com um computador — em especial nos anos 90, quando eles se tornaram parte da mobília de cada vez mais casas — pudesse gravar suas mixtapes com mais liberdade e qualidade muito superior.

Século XXI: tudo que você puder imaginar

Informação, entretenimento e muito mais. Imagem: Reprodução/Freepik

Hoje em dia, até mesmo algumas geladeiras têm telas. Assim, por que você acha que seria diferente com o som automotivo?

Tecnologias como o DVD, o Blu-Ray e, mais recentemente, a já citada central multimídia, que inclui até mesmo a indispensável câmera de ré, criaram um ambiente versátil que vai muito além das notícias e das playlists.

O que começou como um trambolho quase impossível de acompanhar um motorista, atualmente, é um centro de informações que transforma a viagem de qualquer pessoa. Deu até vontade de pegar a estrada ouvindo aquele sucesso, né?

Seu carro é sinônimo de qualidade de vida

O som automotivo é apenas parte do que faz um veículo ser tão importante na vida dos motoristas. Do conforto de estar no ar condicionado em um dia quente até poder levar a família inteira para o interior, há uma série de motivos para você cuidar do seu patrimônio da melhor forma.

Por isso, é essencial investir em manter o seu carro protegido nas mais diferentes eventualidades. Do retrovisor quebrado ao roubo, a Associação Múltipla oferece cobertura completa em todo o território nacional para que você precise se preocupar apenas com a próxima música da fila.

E então, a Proteção Veicular já está na sua programação?

Fontes: Quatro Rodas, DimasAuto, Titlemax, Car and Driver, EBSCO, American Safety Council.

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